

Évora remonta à pré-história, cuja existência de Antas e Cromoleques nos seus arredores serve de testemunho histórico.
Depois de conquistada pelos romanos, tornou–se muito importante e foi cruzamento de estradas imperiais, chegando mesmo a cunhar moeda própria, pretendo os romanos alterar-lhe o nome para Liberalitas Julia. Desse tempo, existe ainda as ruínas do Templo de Diana, as muralhas, o arco da porta de D. Isabel, vestígios dos banhos públicos e ainda um conjunto de frescos...
Durante muito tempo esteve na posse dos mouros e foi "palco" de lutas sangrentas entre as várias facções de serracenos...
Em 1165 foi conquistada aos mouros por Giraldo sem Pavor e em 1168, D. Afonso Henriques concedeu-lhe o foral.
No séc. XIII, Évora era uma cidade notável, como se deduz das dimensões da sua catedral.
No tempo de D. João I era a segunda cidade mais importante do reino e assim continuou nos reinados seguintes. O seu esplendor terminou no período filipino. Mais tarde, a supressão da Universidade devido à expulsão dos judeus pelo Marquês de Pombal, foi também um golpe decisivo para o seu prestígio.
Actualmente, Évora é uma cidade de renome não só pela sua Universidade, agora já reestrurada, como por o seu centro histórico ser Património Mundial.